segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Marionetes

O que de pior há que alguém possa viver, é de ter sido um nada. É chegar olhar para seu passado e ver que era alguém melhor, enquanto hoje se trata dum fantasma.

Com a sociedade global, massificada, o indivíduo foi desenraizado. Hoje todos tem que enfrentar o sonho de mudar a sociedade, de existir sempre no coletivo, na multidão.

Vivemos nos tempos dos grandes homens e celebridades, e do resto tratado como meros marionetes. As pessoas foram reduzidas a objetos, números, se isso. A solidão é um mal frequente.

Precisamos redescobrir urgente nossa individualidade, e sua consequente originalidade. Romper as correntes do fatalismo coletivo e da prisão das condicionantes sociais. Cada vida humana deveria ser sagrada, e não um objeto apenas; precisamos revalorizar as pessoas.

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