domingo, 8 de outubro de 2017

Em busca do precioso

Hoje, tudo é banal. Vivemos numa era de prazeres sem custo algum, de frenético desejo. Competimos entre nós de quem usufrui melhor o universo.

Porém, o precioso está escondido. A sabedoria, a beleza, a grandeza não surgem do dia para noite. Para encontrarmos diamantes e pedras raras, necessitamos cavar fundo. Descer aos abismos.

Só conseguimos sermos especiais a partir do momento que deixamos a zona de conforto, da vulgaridade da existência. Originalidade requer sacrifício. Não sacrifícios tolos ou rituais mefistofélicos… Mas sim a busca pela ascese contínua, pela elevação ao transcendente.

O valor do ser reside na preciosidade que há nele. Mas é preciosidade que precisa ser garimpada, lavrada, investigada. A pessoa vulgar tem um campo de esmeraldas e diamantes em si, sem o saber.

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